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Às vezes, a ingratidão dói mais do que a ausência.
Não é só sobre o que a pessoa fez ou deixou de fazer, é sobre o que você acreditou que ela faria.
Quando idealizamos alguém, criamos expectativas que nem sempre cabem no outro.
E quando isso não se cumpre, chamamos de decepção.
Mas o que dói de verdade não é o que o outro nos dá
é o que deixamos de dar a nós mesmos.
A atenção, o cuidado, o respeito, o amor.
Libertar-se da prisão emocional é escolher não viver de migalhas de afeto,
não tentar preencher o vazio com desculpas para justificar a ausência de quem não está.
Hoje é um convite: olhe para você com amor.
Você merece reciprocidade.

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